Seu produto virou commodity? Descubra como mudar o jogo e vencer a concorrência!

várias sacas com grãos diversos expostos para dar a impressão de que são produtos comoditizados

Já reparou que o público geral tem uma dificuldade muito grande de enxergar valor ao comparar certos itens no mercado? Açúcar, sal, farinha, produtos de limpeza em geral. E quando você não percebe valor o que manda é o menor preço. 

Esse tipo de produto só precisa funcionar!

Já parou para pensar que seu produto, aquele que você investiu tanto para criar, pode ter virado uma commodity no mercado? Calma, respira! Isso é mais comum do que você imagina e não significa o fim do jogo. Na verdade, pode ser o começo de uma nova fase cheia de oportunidades! Se você sente que a sua marca está perdendo a diferenciação, que o preço é o único critério de compra e que a concorrência está cada vez mais acirrada, este post é pra você. Vamos mergulhar juntos nas estratégias para virar esse jogo e colocar sua marca no topo de novo!

1. Afinal, o que é um produto commodity?

Em termos simples, uma commodity é um produto genérico, que o consumidor percebe como igual aos concorrentes. Ou seja, não há diferenciação de marca, embalagem, qualidade ou serviço. A decisão de compra é quase sempre baseada no preço. Sabe quando você vai ao supermercado e, na seção de arroz, não se importa muito com a marca, apenas com o preço e o peso? Isso é um exemplo clássico de commodity. No mercado alimentício, isso pode acontecer com café, açúcar, farinha, e até mesmo produtos processados que não se destacam.

2. A grande virada: o que fazer quando seu produto vira commodity?

A boa notícia é que você não precisa aceitar essa situação! O segredo é sair da “guerra de preços” e criar valor percebido. O seu produto pode até ter uma base similar a outros, mas a sua marca, a sua história e a sua comunicação podem ser únicas.

2.1. Invista na identidade visual e no branding

O branding é o conjunto de estratégias para construir e comunicar a essência da sua marca, indo além do logotipo para incluir valores, missão, visão e a personalidade da empresa. Já a identidade visual é a representação gráfica dessa essência, com elementos como logotipo, cores e tipografia. Juntos, eles criam uma conexão emocional com os consumidores e diferenciam a sua marca no mercado.

  • Design de embalagens: a embalagem é o primeiro ponto de contato com o cliente no ponto de venda. Use cores, tipografia e elementos gráficos que contem a história da sua marca e se destaquem na prateleira. Pense em embalagens que geram uma experiência ou que têm um apelo visual forte, como as da Häagen-Dazs, que comunicam luxo e qualidade.
  • Comunicação de valores: o consumidor de hoje compra muito mais do que um produto; ele compra uma ideia, um propósito. Comunique os valores da sua marca de forma clara. Se sua empresa valoriza a sustentabilidade, por que não usar embalagens ecológicas, recicláveis ou compostáveis? Isso atrai um público consciente e cria um diferencial competitivo.

2.2. Use o marketing de conteúdo a seu favor

O marketing de conteúdo é uma estratégia focada em fornecer informações valiosas e relevantes ao público-alvo, ao invés de apenas promover produtos. Você pode usá-lo para educar, entreter e criar uma comunidade em torno da sua marca, mostrando que seu produto não é apenas mais um no mercado.

  • Conteúdo que engaja: que tal criar receitas com seus produtos , compartilhar curiosidades sobre os ingredientes ou falar sobre os benefícios para a saúde? Por exemplo, um guia que mostre como a escolha de ingredientes de qualidade impacta na satisfação do cliente e a eficiência operacional pode ser um material valioso.
  • Storytelling: as pessoas se conectam com histórias verdadeiras. Conte a história da sua empresa, dos desafios, dos valores e das pessoas por trás da marca. Isso humaniza a sua marca, cria empatia e uma conexão emocional que vai além do produto em si.

3. Entenda seu público e saiba como falar com ele

Para sair da guerra de preços e se diferenciar, você precisa saber exatamente com quem está falando. Entender o comportamento e as preferências de compra dos consumidores permite que sua empresa se posicione de forma mais estratégica.

  • Pesquisa e dados: use ferramentas de análise, como Google Analytics, para entender o comportamento de navegação do seu público. Também colete feedback por meio de enquetes, entrevistas ou interações nas redes sociais.
  • Crie personas: uma persona é a representação fictícia do seu cliente ideal. Ela inclui detalhes como idade, cargo, desafios e objetivos. Para a indústria alimentícia, isso pode ser, por exemplo, a “Ana”, a proprietária de uma pequena cafeteria que busca fornecedores confiáveis e produtos diferenciados para expandir seu cardápio. Ou a “Mariana”, a gerente de compras de uma rede de restaurantes que se preocupa com a qualidade, o custo-benefício e a pontualidade na entrega dos ingredientes. Criar personas ajuda a criar estratégias de marketing mais direcionadas e eficazes.

4. A última cartada: estratégias de comunicação próximas ao momento de compra

Se mesmo com todas as estratégias de branding, conteúdo e conhecimento do público, seu produto ainda está na “guerra de preços”, é hora de focar a comunicação onde a decisão acontece: perto do momento da compra.

  • Comunicação no ponto de venda (PDV): invista em materiais que chamem a atenção do consumidor na prateleira. Isso pode incluir cartazes, displays, banners, ou até mesmo degustações e amostras. Por exemplo, promover degustações é uma maneira prática e eficaz de conquistar clientes, já que eles podem experimentar seu produto e ter um feedback imediato.
  • Ofertas personalizadas no digital: com o uso de ferramentas de CRM, é possível monitorar o comportamento de compra dos clientes e possibilitar que promoções ou produtos personalizados se alinhem aos seus gostos e preferências. Use essas ferramentas para oferecer descontos ou pacotes especiais para quem já demonstrou interesse no seu produto ou em produtos similares.
  • Parcerias com varejistas e restaurantes: explore a possibilidade de parcerias estratégicas. Se você vende ingredientes, por exemplo, demonstre para restaurantes como seu produto pode ser um diferencial no cardápio deles. Se você vende produtos embalados, negocie com os varejistas para que seu produto tenha um lugar de destaque na loja, como no topo da prateleira ou em uma área de maior circulação.

5. Onde a Agência FMG entra nessa história?

Estar presente no mercado digital não é mais uma opção, mas uma necessidade para quem deseja crescer no setor alimentício. Se você quer parar de competir por preço e começar a construir uma marca forte e memorável, a Agência FMG pode te ajudar.

Nossas soluções incluem a criação de rótulos e embalagens , estratégias para entrada do produto em novos mercados e a implementação de marketing digital sob medida para a sua empresa.

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